quinta-feira, 21 de abril de 2011


- Para além do horizonte
Desconheço a fronteira
Não sei o que lá habita
Se um Deus, se um eremita
Um Duende, ou Feiticeira.
Para além do horizonte
A fronteira se dilui
O preto, pode ser branco
Ou então, de todas as cores
Prisão para condenados
Paraíso dos amores.
Para além do horizonte
O silêncio tem ruído
O odiado, é querido
A dor…um doce tormento
A euforia, um lamento
O encontrado, perdido.
Para além do horizonte
Já não sei o que lá habita
Se flutua, ou levita
Para lá do horizonte.

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